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Esse distúrbio é mais frequente do que se imagina: uma em cada três pessoas sofre com apneia.

A Apneia do Sono é caracterizada pela interrupção do fluxo da respiração por 10 ou mais segundos durante o sono. Estas pausas podem ocorrer várias vezes durante a noite provocando fragmentação do sono e quedas de oxigênio.

Ronco, engasgos noturnos, acordar com a boca seca, dores de cabeça matinais, irritabilidade, agitação e sonolência excessiva diurna são os principais sinais da apneia do sono, que vão se manifestar de maneira diferente, dependendo da faixa etária.

Crianças podem ter apneia, apesar de homens e mulheres na menopausa serem os mais acometidos. Como é um distúrbio que piora com a idade, os idosos devem estar atentos.

Além das manifestações em curto prazo, as apneias também aumentam o risco de déficit de atenção, aprendizado, hiperatividade, alterar a curva de crescimento nas crianças, obesidade, depressão, infarto do miocárdio, derrame cerebral, hipertensão arterial, arritmia cardíaca, acidentes domésticos e de trânsito, principalmente nos adultos e idosos.

A obesidade, as doenças de nariz e garganta, muito comuns nas crianças respiradoras bucais, as desproporções entre a cabeça e a face, como queixos pequenos e para trás e hábitos como a ingestão de bebida alcoólica em excesso, tabagismo e uso de medicações sedativas aumentam o risco para apneia do sono. 

Fonte: Conhecendo os distúrbios do sono mais frequentes na população, Semana do Sono 2020 – Cartilha do Sono. Realização: Associação Brasileira do Sono – ABSONO, Associação Brasileira da Medicina do Sono – ABMS e Associação Brasileira de Odontologia do Sono – ABROS. 

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