fbpx
ADS

 Esse distúrbio é mais frequente do que se imagina. Confira os detalhes.

A insônia consiste na dificuldade em adormecer, em manter o sono, despertar precoce matutino ou pela percepção de sono não repousante associada a prejuízos na funcionalidade diurna, isto é, dificuldades de memória, concentração, aumento da irritabilidade, fadiga, prejuízos sociais e laborais, sonolência diurna.

A insônia pode se apresentar de forma passageira, durando apenas alguns dias, denominada de insônia aguda, associada a sintomas de estresse, ansiedade e mudança de hábitos. Porém, se os sintomas de insônia ocorrerem na frequência igual ou superior a 3 vezes por semana e durarem mais de 3 meses, considera-se um problema crônico, com impactos significativos na saúde. 

Os efeitos de noites mal dormidas acusam um importante prejuízo das nossas funções diárias, especialmente as cerebrais, gerando prejuízo de atenção, memorização e concentração, alterações do humor, fadiga e sonolência, além do aumento do apetite.

Na criança, a abordagem é diferente já que o tipo de insônia mais frequente é a comportamental, exigindo todo um manejo por parte do especialista ensinando aos pais mudança de hábitos e comportamentos. A insônia crônica, quando há privação de sono, também aumenta o risco de hipertensão arterial, diabetes e depressão.

Queixas relacionadas ao sono tem sido bastante comuns na população: 45% dos brasileiros referem algum problema de sono, podendo chegar a atingir mais de 80% dependendo do tempo e da abrangência das queixas e gerando prejuízos à saúde física e mental.

Fonte: Conhecendo os distúrbios do sono mais frequentes na população, Semana do Sono 2020 – Cartilha do Sono. Realização: Associação Brasileira do Sono – ABSONO, Associação Brasileira da Medicina do Sono – ABMS e Associação Brasileira de Odontologia do Sono – ABROS. 

ADS

Enviar meu comentário